Este artigo analisa as diferentes formas de interculturalidade, concentrando-se nas funções que desempenham, em vez de descrições. Refere-se, com exemplos concretos, ao multiculturalismo revolucionário de Peter McLaren e às interculturalidades suave e crítica. Por fim, propõe uma “interculturalidade em resistência” com base nos conhecimentos e experiências das comunidades indígenas mexicanas.