Por uma história que corte feito estilete: presença, experiência e sentidos em uma aula de História.

Caroline Jaques Cubas

Resumo


Apresentamos, neste artigo, considerações
sobre a possibilidade de experiência
no ensino de História. Para tanto, as perguntas
“como aprender com o passado?”
e “como promover experiências com o
passado?” guiam esta proposição. Em
termos empíricos, partimos do trabalho
de observação e acompanhamento de estágios
curriculares supervisionados, realizados
desde 2015. Nestes, nos deparamos
com as inúmeras tentativas, por
parte de estudantes, de promover um
ensino de História que possa ser considerado
significativo. Apesar da inventividade
e compromisso, muitos exercícios
não atingem os efeitos esperados. Dentre
estes, evocamos uma cena de sala de aula,
em que discentes em estágio apresentavam
um evento marcado por absoluta
violência, o qual, no entanto, parecia não
impactar. A apatia dos alunos e alunas
causou-nos inquietação e suscitou reflexões
sobre a escola no tempo presente,
nossa responsabilidade e nossos desafios,
como professores e professoras, em criar
condições para que a experiência tenha
lugar. Para tanto, tomamos por base a noção de experiência – a partir da leitura de Jorge Larrosa – e a ideia de presença como dimensão do escolar, apresentada por Jan Masschelein e Maarten Simons, para pensar o ensino de história.


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DOI: https://doi.org/10.20949/rhhj.v11i22.851

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