Temporalidades e cotidiano escolar em redes de significações: desafios didáticos na tarefa de educar para a compreensão do tempo

Sonia Regina Miranda

Resumo


O que significa, para a criança, aprender sobre o Tempo, essa plural e intangível marca do humano? Que dificuldades envolvem o manejo de suas múltiplas categorias, bem como a compreensão da ideia de mudança? O que representa, para o professor, o trabalho de dilatação da consciência temporal do jovem num mundo conectado e num tempo acelerado pelas rápidas transformações do presente? Que relações existem entre o modo pelo qual historiadores interpretam o tempo e aquilo que fazemos com tais ferramentas interpretativas no espaço da sala de aula com nossos estudantes? Que permeabilidades e diálogos a sala de aula pode construir para com as camadas temporais que se dispõem para cada um de nós no mundo que circunda a escola e que pulsam ao nosso redor? O que significa educar o olhar para a percepção de tais camadas temporais, entre visibilidades e invisibilidades? Afinal de contas, por que aprender o tempo histórico é algo tão denso e segue sendo tão desafiador para muitos professores? Estas e outras perguntas estiveram sob a esteira de construção deste artigo, cujo objetivo principal é problematizar o tratamento da questão da temporalidade histórica na sala de aula e na escola.

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DOI: https://doi.org/10.20949/rhhj.v2i4.92

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